Na sua fala, o primeiro-ministro sionista afirma ter colocado uma série de alto falantes espalhados por Gaza para que os palestinos e os reféns israelenses o escutassem, assim como utilizou suas forças de inteligência para que a transmissão também se desse nos celulares de palestinos. Mostra o nível de controle que a ocupação sionista impõem contra essa população.
Israel é um Estado apartheid, tida como a maior prisão a céu aberto do mundo, controlando o deslocamento de palestinos, de alimentos, as comunicações, pela Cisjordânia e pela Faixa de Gaza. O uso de tecnologia para controlar até mesmo os celulares dessa população remete a cenas de filmes distópicos.
Há menos de uma semana, Israel provocou um blackout total nas comunicações da Cidade de Gaza, de modo a isolar completamente a população e esconder o holocausto que está em curso com sua invasão total. O uso da tecnologia como arma de guerra, de propaganda da narrativa mentirosa dos sionistas, é mais uma ação do apartheid sionista que controla toda a vida dos palestinos, até mesmo a vida privada dos seus celulares.
Essa tecnologia não vem do nada, é expressão de como as chamadas big techs estão envolvidas diretamente no aparato do genocídio sionista. É público o fato de que a Google, a Meta, a Microsoft e outras grandes empresas de tecnologia, principalmente do vale do silício americano, oferecem tecnologia para Israel. Com o programa Azule, a Microsoft tem oferecido dados pessoais de milhões de palestinos para Israel já fazem anos.
Uma mostra que a luta contra o colonialismo e holocausto sionista contra o povo palestino está no centro da luta anti-imperialista e anticapitalista hoje. Palestina Livre do Rio ao Mar!
Com informações da Esquerda Diário