O governador do Amapá, Clécio Luís, celebrou nesta segunda-feira (20) o anúncio da concessão da licença do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que autoriza a Petrobras a perfurar poços para pesquisa exploratória no bloco FZA-M-59, na bacia sedimentar da Foz do Amazonas, que faz parte da área do litoral brasileiro conhecida como Margem Equatorial.
O governador do Amapá, Clécio Luís, celebrou nesta segunda-feira (20) o anúncio da concessão da licença do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que autoriza a Petrobras a perfurar poços para pesquisa exploratória no bloco FZA-M-59, na bacia sedimentar da Foz do Amazonas, que faz parte da área do litoral brasileiro conhecida como Margem Equatorial.
O ministro também fez um agradecimento público à ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, pasta à qual o Ibama é vinculado.
O licenciamento para a possível exploração de petróleo da Margem Equatorial divide setores da sociedade. Ambientalistas e cientistas criticaram o aval do Ibama e organizações da sociedade civil e movimentos sociais prometem ir à Justiça para denunciar ilegalidades e falhas técnicas do processo de licenciamento.
O grupo também alerta para prejuízos à 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que vai ser realizada no próximo mês em Belém. A Amazônia é tida como uma zona prioritária para exclusão dos combustíveis fósseis, por sua importância para o clima e para a biodiversidade do planeta.
Já entidades ligadas à produção de petróleo e gás comemoraram a autorização para a Petrobras perfurar poços para pesquisa exploratória na bacia sedimentar da Foz do Amazonas. A Federação Única dos Petroleiros (FUP) disse que a produção de petróleo na região “ajudará no desenvolvimento econômico” do país.
Na mesma linha, o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), entidade de representação do setor de óleo, gás e biocombustíveis, também disse que a concessão de licença para a Petrobras trará ganhos econômicos para o Brasil.
Edição:
Carolina Pimentel