O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) foi obrigado a realocar funcionários para o sul de Gaza. Em uma declaração, o CICV disse que a medida foi necessária para “garantir a segurança da equipe e a continuidade operacional”, mas alertou que dezenas de milhares de pessoas que permanecem na Cidade de Gaza estão enfrentando “condições humanitárias angustiantes” e precisam desesperadamente de mais assistência.
A organização disse que continuará apoiando civis a partir de seus escritórios em Deir al-Balah e Rafah, onde seu hospital de campanha é descrito como uma “tábua de salvação” para pacientes feridos.
O CICV pede para que cessem os bombardeios e ataques contra civis, segundo o órgão: “vidas ainda podem ser salvas hoje. A cessação das hostilidades é imperativa e urgente”. Essas denúncias se somam a outras denúncias que não param de serem publicizadas que escancaram o brutalidade do genocídio e reacionarismo do Estado de Israel.
Elas também se somam aos exemplos de solidariedade que vemos mundo afora, com marchas na Europa, Oriente Médios e África exigindo o fim do genocídio contra o povo palestino. E esses sem somam também as greves operárias na Itália que demonstram a capacidade estratégica dos trabalhadores do porto em bloquarem o envio de armas para alimentar o genocídio.
Por isso, devemos seguir denunciando cada atrocidade que torna o genocídio contra osapalestino um holacausto de nossa época que tem apoio das burguesias árabes do imperialismo norte-americano. Chamados a todos a estarem de olhos bem abertos na Global Sumud Flotilha que neste momento está sendo atacada pelo Estado sinionista ao tentar furar o cerco à Gaza na tentativa de levar ajuda humanitária.
Com Esquerda Diário