Ativistas portugueses sequestrados por Israel escreveram às famílias denunciando privação de água e comida. Entre elas, Sofia Aparício e Mariana Mortágua relatam detenções em condições desumanas e exigem que o seu governo garanta condições mínimas e regresso seguro imediato.
Advogados da Adalah consultaram 331 participantes em Ashdod. Muitos foram processados sem defesa, após horas ajoelhados com as mãos zipadas. O ministro Itamar Ben-Gvir apareceu para intimidar e humilhar, enquanto os participantes eram filmados. Houve negação de água, banheiro e medicamentos. Em seguida, os detidos foram transferidos para a prisão de Ktzi’ot (Naqab/Negev) e interrogatórios chegaram a ocorrer sem a equipe jurídica.
ATO EM LISBOA HOJE | 15h (Martim Moniz)
Vamos exigir liberdade imediata para todos os sequestrados e o fim do genocídio em Gaza.
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Com Esq Diário