O 4º Tribunal Criminal de Potosí decretou a prisão preventiva no presídio de Cantumarca do procurador de Tupiza, Ismael AD, acusado de supostamente favorecer pessoa envolvida no crime de tráfico de substâncias controladas.
Na audiência, o Ministério Público demonstrou o risco de obstrução da justiça e outros riscos processuais. O caso foi aberto pela alegada prática dos crimes de negligência no cumprimento do dever e abuso de poder.
Segundo o relato dos acontecimentos, o caso teve início em 3 de julho, quando um homem foi flagrado dirigindo um micro-ônibus contendo 542 quilos de maconha.
Posteriormente, foi instaurado um processo criminal contra ele, no qual o promotor Ismael AD apresentou as acusações formais e solicitou medidas alternativas à prisão preventiva, apesar das provas relacionadas ao tráfico de drogas.
Naquela audiência, um juiz ordenou a prisão domiciliar do réu, com a exigência de fiadores e outras medidas. O caso chamou a atenção do Ministério Público, que instaurou um inquérito contra o funcionário público. Com ABI
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