Andar a noite em Uagadugu, a capital de Burkina Faso, é cruzar com rotatórias preenchidas pelo povo, os chamados roindpoints. Maioria homens e jovens, os cidadãos chegam todos os dias às 17h e permanecem até as 5h da manhã do dia seguinte. Compartilham alimentos, o chá, e recebem doações de quem passa em solidariedade. Em todas as 45 províncias do país, estão atentos a qualquer movimento estranho, barulho, briga, ameaças, os carros que passam. Tudo para proteger o novo presidente, a quem consideram a “reencarnação” de Thomas Sankara.
Amadé Maiga, da coordenação nacional das Associações de Vigilância Cidadã (CNAVC), conta que a vigília iniciou no mesmo dia da última tentativa de golpe de Estado contra seu país, em abril. “Ibrahim Traoré é um presidente que atende o povo, é um presidente que todos sabem que, em relação a esse presidente, nós vamos ter uma liberdade total”, relata.
Andar a noite em Uagadugu, a capital de Burkina Faso, é cruzar com rotatórias preenchidas pelo povo, os chamados roindpoints. Maioria homens e jovens, os cidadãos chegam todos os dias às 17h e permanecem até as 5h da manhã do dia seguinte. Compartilham alimentos, o chá, e recebem doações de quem passa em solidariedade. Em todas as 45 províncias do país, estão atentos a qualquer movimento estranho, barulho, briga, ameaças, os carros que passam. Tudo para proteger o novo presidente, a quem consideram a “reencarnação” de Thomas Sankara.
Amadé Maiga, da coordenação nacional das Associações de Vigilância Cidadã (CNAVC), conta que a vigília iniciou no mesmo dia da última tentativa de golpe de Estado contra seu país, em abril. “Ibrahim Traoré é um presidente que atende o povo, é um presidente que todos sabem que, em relação a esse presidente, nós vamos ter uma liberdade total”, relata.
Com informações de BdF