O Comitê Internacional para Romper o Cerco Israelense a Gaza declarou que os navios se encontrarão em um ponto específico nas águas próximas a Malta, antes de partir juntos em direção à costa de Gaza, ainda sem uma data definida. A flotilha transporta não apenas suprimentos de emergência e medicamentos essenciais, mas também leite em pó para bebês e outros recursos fundamentais para a sobrevivência da população palestina.
Além do apoio humanitário, a flotilha conta com a participação de centenas de ativistas de mais de 44 países, incluindo representantes de nações como Turquia e Malásia, que uniram esforços para fazer frente ao bloqueio imposto por Israel. O objetivo da missão é não apenas levar alívio imediato à população, mas também denunciar a cumplicidade das principais potências imperialistas com o genocídio em Gaza e a violação dos direitos humanos do povo palestino. Além disso, buscam mostrar à população de Gaza que ela não está só, que a maior missão humanitária marítima já feita para furar o bloqueio é expressão da crescente solidariedade internacional que cerca a luta palestina hoje.
Este movimento se soma a uma série de ações internacionais em apoio à causa palestina, como os mais de 3.000 atores que realizam ações contra o genocídio, as greves de trabalhadores na Itália e em Barcelona, as paralisações de aulas em Madrid, Paris e na Itália e as manifestações ao redor do mundo. A luta palestina está no coração de todas as lutas contra a exploração e opressão capitalista e do imperialismo hoje. A Global Sumud Flotilha é parte dessa luta, que precisa se massificar e ganhar os postos de trabalho e local de estudo, para mover a força social necessária não só para furar o cerco humanitário, mas parar o genocídio de quase 80 anos impondo uma Palestina Livre do Rio ao Mar.
Com informações de Esquerda Diário