Mundo

29/07/2021 as 16:22

Itália prorroga medidas restritivas para viajantes do Brasil

Até o momento, o país acumula mais de 4,3 milhões de contágios e 128.029 mortes na pandemia

Agência: Ansa
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O governo italiano decidiu nesta quinta-feira (29) prorrogar as medidas restritivas para viajantes que tenham estado no Brasil, Bangladesh, Índia e Sri Lanka.

A decisão foi anunciada pelo ministro da Saúde da Itália, Roberto Speranza, em uma publicação no Facebook, após a assinatura do decreto.

A medida confirma ainda que todos os visitantes de países de fora da União Europeia (UE) precisam cumprir quarentena de 10 dias, enquanto que viajantes de nações do bloco devem ficar isolados por cinco dias.

Além disso, a "mini quarentena" também deve ser realizada por cidadãos provenientes do Reino Unido, cujos certificados sanitários de vacinação ou cura poderão ser utilizados no território italiano. A decisão se alinha com a tomada pelo governo do premiê Boris Johnson que permite a entrada de cidadãos tanto de países da UE como dos Estados Unidos, desde que o ciclo de vacinação tenha sido concluído.

O decreto firmado prevê ainda a entrada de pessoas que moram nos países europeus ou que fazem parte da área de Schengen, bem como Canadá, Japão e Estados Unidos, mediante apresentação do certificado verde.

Atualmente, o país europeu só permite a entrada de quem tem residência fixa na Itália. Ou ainda de quem tem cônjuges ou filhos nessa mesma condição. Todos precisam respeitar a quarentena e apresentar três testes negativos para a Covid-19: no embarque, na chegada (ou até 48 horas depois) e após o período de isolamento.

O governo italiano está em alerta há alguns dias por causa da expansão dos casos do novo coronavírus (Sars-CoV-2). A situação epidemiológica, inclusive, fez a Itália anunciar que passará a exigir certificado de vacinação, cura ou exame negativo para acesso a diversas atividades, como piscinas públicas, academias, feiras, congressos, espetáculos e áreas cobertas de bares e restaurantes. Até o momento, o país acumula mais de 4,3 milhões de contágios e 128.029 mortes na pandemia.