Economia

13/06/2017 as 10:44

Taxas recuam com dólar, PSDB e varejo

Às 9h31, o DI para janeiro de 2018 estava em 9,140%, de 9,150% no ajuste de segunda-feira, 12

fonte
Foto: Divulgação<?php echo $paginatitulo ?>

Por Silvana Rocha

Os juros futuros recuam desde a abertura, em sintonia com a queda do dólar e precificando a permanência do PSDB no governo Temer. No entanto, o ajuste de baixa é contido pelos dados das vendas no varejo em abril no País melhores que o esperado pelo mercado, o que reforça a chance de corte de 0,75 ponto da taxa Selic na reunião do Copom, em julho, e não de 1 ponto, segundo um diretor de uma corretora.

Às 9h31, o DI para janeiro de 2018 estava em 9,140%, de 9,150% no ajuste de segunda-feira, 12. O DI para janeiro de 2019 marcava 9,15%, de 9,18% no ajuste anterior. O vencimento para janeiro de 2021 estava em 10,21%, de 10,27% no ajuste de segunda No câmbio, o dólar à vista caía 0,38%, aos R$ 3,3053. O dólar futuro para julho recuava 0,39%, aos R$ 3,3180.

O IBGE informou nesta terça-feira, 13, que as vendas do comércio varejista subiram 1,0% em abril ante março, na série com ajuste sazonal. O resultado veio dentro do intervalo esperado por analistas (-1,70% a +1,30%), mas acima da mediana das projeções (-0,65%). Na comparação com abril de 2016, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo tiveram alta de 1,9% em abril de 2017. Nesse confronto, as projeções iam de uma retração de 3,00% a crescimento de 1,00%, com mediana negativa de 1,20%. Foi a primeira alta nessa base de comparação após 24 meses seguidos de queda. As vendas do varejo restrito acumularam retração de 1,6% no ano e queda de 4,6% em 12 meses.